Carência e preexistência: entenda a diferença no plano de saúde

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plano de saúde

Antes de contratar um plano de saúde, é importante que a pessoa busque informações detalhadas sobre cada recurso. Isso porque há diferentes modalidades de plano de saúde e nem sempre a mais acessível atenderá a sua necessidade e a da sua família. Antes de iniciar a procura pela melhor operadora de plano de saúde, a dica é fazer uma análise geral das suas necessidades e expectativas em relação ao convênio médico.

Conhecer a área de cobertura e a rede credenciada, por exemplo, são pontos essenciais antes de escolher um plano de saúde. Mas, há também outros aspectos que devem ser esclarecidos, como a diferença entre carência e preexistência.

No artigo a seguir, iremos explicar o que é carência e preexistência no plano de saúde e mostrar por que é importante conhecer esses dois pontos antes de contratar um plano de saúde. Confira!

Saiba o que é a carência no plano de saúde

Vamos começar explicando o papel da carência na contratação de um plano de saúde. Esse ponto determina o período que o usuário pode começar a utilizar os serviços do convênio. Por isso, antes de fechar um contrato, é fundamental analisar os prazos de carência.

Para cada tipo de procedimento médico há um prazo de carência diferente. Essas informações ficam anexadas no contrato do plano de saúde. De acordo com a lei, as operadoras podem seguir os seguintes prazos em relação a carência:

  • Casos de urgência e emergência: 24 horas;
  • Partos a termo, excluídos os partos prematuros e decorrentes de complicações no processo gestacional: 300 dias;
  • Doenças e lesões preexistentes: 24 meses;
  • Demais situações: 180 dias.

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Veja o que é considerado preexistência

A preexistência no plano de saúde tem a ver com as doenças e lesões preexistentes que o usuário possui no momento de fechar o contrato com a operadora. Para garantir o acesso a essa informação, os planos de saúde, no ato da contratação, solicitam o preenchimento de uma declaração de saúde.

Nesse documento, o contratante deve preencher os seus dados e também o de seus dependentes, atestando se algum deles apresenta doenças ou lesões. Caso o contratante tenha algum problema do tipo, mas não saiba, o plano de saúde não pode considerar como doença preexistente.

Essa verificação ocorre porque o plano de saúde irá oferecer para os conveniados uma cobertura parcial temporária em caso de confirmação da preexistência. Na verdade, essa é uma carência especial de dois anos para procedimentos relacionados à doença preexistente, como cirurgias, internações em leitos especiais, exames e procedimentos de alta tecnologia e complexidade. Quando isso ocorre, o usuário paga, nos dois anos de carência, a mesma mensalidade de quem possui uma doença preexistente.

Tanto a carência quanto a preexistência são pontos que precisam ser analisados pelo contratante para que ele saiba com antecedência quais são os seus direitos no plano de saúde. Assim, é possível evitar surpresas desagradáveis, principalmente durante um momento delicado de saúde.

Aproveite que você está ampliando os seus conhecimentos sobre o tema e veja também em nosso blog o post que ensina a escolher o melhor plano de saúde para a terceira idade.

 

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